Listen to "Alex Foessel, Expert em Estrategia de Tecnologia, Robotica, Ag e Off Road, Pittsburgh" on Spreaker.
Entrevistas com Empresários, Empreendedores e Especialistas. Tom Reaoch, Apresentador e Produtor.
Alex Foessel, Expert em Estrategia de Tecnologia, Robotica, Ag e Off Road, Pittsburgh
Vanessa Puerta, Expert em Lideranca Intercultural e Inclusao, Brasil
No Brasil transtornos mentais estão entre as principais causas de incapacidade com aumento de afastamento no trabalho. A atualização da NR-1 obriga as organizações gerenciar riscos psicossociais. A Vanessa Puerta compartila sua opinião se as empresas implementarão de verdade! Vanessa Puerta, Fundadora da Interculturability & Co. Expert em Liderança Intercultural e da Inclusão. https://www.linkedin.com/in/vanessapuerta
Pode entrar no Brasil Business Network com o Rei do Networking Tom Reaoch.
Tom Reaoch 00:00:11 BBN Brasil Business Network O podcast de negócios conectando pessoas, culturas e mercados. Eu sou o Tom Reaoch conversando do meu estúdio em Vinhedo, São Paulo e hoje participando da cidade de São Paulo, conversamos novamente com a Vanessa Puerta. Ela é fundadora da Interculturalability e Company, expert em liderança intercultural e da inclusão.
Vanessa Puerta 00:01:10 Então é um prazer falar com você novamente. Obrigada por esse espaço. É realmente como você falou, os transtornos mentais. Eles somam 8,35% dos afastamentos e são a maior causa dos afastamentos ocupacionais e atrás apenas das das doenças ósseas, fraturas e etc. E na Organização Internacional do Trabalho e da OMS, eles estimam 12 bilhões de dias de afastamento. Então é muito grande, tem um efeito muito grande na economia global.
Vanessa Puerta 00:01:48 Então é muito importante as empresas entenderem que o custo, a despesa já está lá e agora são necessárias implementações de uma gestão de risco efetiva na prevenção desses afastamentos e no cuidado com as pessoas. E esses fatores de risco e os perigos já estavam lá. Então, essa atualização da norma, ela vem para nomear esses riscos psicossociais e ele ele trazer uma implementação efetiva de ações.
Tom Reaoch 00:02:22 Bom, e realmente concordo com você, porque a gente vê ou não as empresas mostram isso quando se fala da segurança do trabalho. Você fala realmente da acidentes. É visível, né? Esse cuidado de acidentes que eles são visíveis. Agora, problemas mentais não são necessariamente visíveis.
Vanessa Puerta 00:02:45 Não são, não são visíveis. E vê se é importante a empresa não colocar só não ações anuais de prevenção ou ou formulários, ou uma caixinha de sugestões, mas, mais importante, uma efetiva ação com os gestores, tanto os gestores próximos quanto a autoliderança da alta liderança. Porque a empresa vai precisar ouvir as pessoas, têm uma comunicação real de escuta, como nos traz Goffman.
Vanessa Puerta 00:03:15 Como nos traz Habermas. É uma interação real, uma oportunidade de construção de confiança, de inclusão das pessoas, inclusão da diversidade. Porque as normas elas estão lá, Mas o como as pessoas se relacionam no trabalho, as pessoas passam boa parte da sua vida no trabalho. Então é importante o quão nessas interações essa comunicação seja realmente verdadeira. Exista realmente momentos de escuta verdadeira. É muito falado isso a ouvir, né? Mas existe uma escuta ativa por parte dos gestores, por parte da empresa. É isso que as empresas vão precisar se preocupar a partir de agora.
Tom Reaoch 00:03:56 Agora você vê exemplos reais do que isso está acontecendo ou não.
Vanessa Puerta 00:04:02 Olha, as empresas estão muito preocupadas nessa gestão, porque elas estão sentindo realmente essa questão das despesas, dos afastamentos, mas ainda elas. Elas estão muito um pouco perdidas nessa questão, por exemplo, dos chatbots da comunicação por I.A. Os e-mails. É importante voltar um passo atrás para a comunicação humana verdadeira. Para que? Para que realmente existam essas ações. Então existe automação. Ela vai dar velocidade.
Vanessa Puerta 00:04:37 Ela aproxima pessoas que estão distantes, mas os universos simbólicos entre as pessoas. Isso vai ser resolvido numa comunicação mais efetiva. Uma comunicação de verdade, né? Então a empresa vai precisar de um plano de ação com prazos, com um responsável. Não é só o RH implementar um plano, mas precisa realmente.
Tom Reaoch 00:05:02 Era de segurança, né?
Vanessa Puerta 00:05:04 Não, não precisa de uma cultura, de um ambiente saudável, inclusivo para as pessoas, de uma comunicação mais efetiva, né? Ele não é só um item de compliance para dizer no papel. Porque aí sim, vai ser uma uma despesa a mais, né? E então, quando o ambiente, ele promove a diversidade, a inclusão e o diálogo, ele vai aumentar o engajamento e a produtividade. Porque as pessoas no trabalho, como eu falei, não é unicamente produzir. Elas também convivem nesse ambiente, né? Ju Já não.
Tom Reaoch 00:05:45 É por acaso, né? Esse tal do burnout, esse esse tal de mau atendimento são coisas que existem sim.
Vanessa Puerta 00:05:55 Sim, exatamente.
Vanessa Puerta 00:05:57 Esse é os dispositivos tecnológicos, ao passo que eles, ao mesmo passo que eles aproximam, eles também criam barreiras culturais e de comunicação. Então é importante que que exista essa essa preocupação por parte das empresas, né? E é. É necessário Porque as normas que existem na empresa, a visão, missão, valores, as normas que estão nos murais. Elas estão lá para determinar os formatos de trabalho. Mas como o trabalho vai ser executado e como as pessoas se sentem incluídas e pertencentes? Muito se fala sobre pertencimento e engajamento. Isso vai ser determinado pelas ações comunicativas e por essa essa atenção da empresa. E isso é muito importante porque antes as pessoas, elas não tinham como demonstrar se elas tinham uma. Era uma doença silenciosa e ela não tinha como demonstrar. Mas agora isso já tá tão eminente, tão, tão latente nas pessoas que já já não funciona dessa forma. Então, a empresa que não tiver olhando para as pessoas de verdade, elas, elas vão estar atrás. E elas vão continuar tendo despesas e no fim é tudo.
Vanessa Puerta 00:07:21 E sobre a produtividade, nós sabemos, né?
Tom Reaoch 00:07:23 Bom, nós vamos voltar a falar disto. É realmente que como está todo mundo preocupado e não o sentimos real ou realizações, a próxima conversa nossa no futuro vai ser de identificar exemplos que de fato estão implementando e podem servir de exemplo para os outros. Tá certo.
Vanessa Puerta 00:07:47 Sim. Eu espero trazer exemplos reais. As empresas estão se adaptando ainda, apesar da nova norma já estar vigente, né? Mas vai ser necessário realmente esses canais de escuta real e contínua e os indicadores de afastamento realmente entendendo as questões e uma análise que as ferramentas tecnológicas possam ajudar nessas análises e nos dados. Mais transformar em ações que estejam cuidando mesmo das pessoas que se preocupem com as pessoas, porque no fim, uma organização não são só paredes e máquinas, são as pessoas.
Tom Reaoch 00:08:28 Então, como nossos ouvintes podem achar mais sobre você?
Vanessa Puerta 00:08:35 Pelo meu LinkedIn Vanessa Puerta e pelo meu e-mail? Vanessa Arroba. E é também aqui pelo canal.
Tom Reaoch 00:08:47 Espero então até a próxima vez aqui. Muito obrigado.
Vanessa Puerta 00:08:52 Muito obrigada, Tom.
Tom Reaoch 00:08:54 Então, como ela falou, vocês podem saber mais sobre Vanessa Puerta no LinkedIn Tá?
Intro 00:09:23 Obrigado por entrar no Brasil Business Network com o Rei do Networking Tom Reaoch.
Jose Azarite, Corporate Innovation VP Venture Hub, Campinas, Manaus, Brasil
Azarite! Voce nota alguma diferença entre jovens start ups de 10 anos atrás e de hoje, Campinas e Manaus? Jose Azarite, Corporate Innovation no Venture Hub e membro do Future Advisory Board ACIC Campinas. https://www.linkedin.com/in/azarite https://venturehub.se https://acicampinas.com.br/BBN Brasil Business Network, o Podcast de Negócios connectando pessoas,culturas e mercados.
Jarib Fogaca, JFogaca Assessoria, Diretor Consultivo ACIC Campinas
Campinas e região como centro de atração de investimento, Innovação e liderança em desenvolvimento. Jarib Fogaça, Conselheiro Independente, Socio JFogaca Assessoria e Diretor Consultivo da ACIC Associação Comercial Industrial de Campinas, oferece sua avaliação. https://www.linkedin.com/in/jaribfogaca
Listen to "Jarib Fogaca, JFogaca Assessoria, Diretor Consultivo ACIC Campinas" on Spreaker.Thais Toledo, CEO Acessoss Consultoria Social para Esporte.
Thais Toledo, Proprietaria e CEO da Acessoss Consultoria Social para o Esporte conversando sobre o que melhorou na formação dos jovens nos clubes de futebol no Brasil.
Listen to "Thais Toledo, CEO Acessoss Consultoria Social para Esporte" on Spreaker.Julho das Pretas, Mariana Nunes, Palestrante, Membro ForbesBLK , Campinas, Brasil
Quilombos Contemporâneos nas Periferias Brasileiras
Conversamos com a Mariana Nunes sobre a fascinante história dos quilombos e como as periferias brasileiras podem ser vistas como quilombos contemporâneos. Esses espaços são locais de resistência e reconstrução da vida comunitária, liderados por mulheres negras. Mariana Nunes nos lembrou que há comunidades quilombolas oficialmente reconhecidas no Brasil, lutando por direitos básicos. ✊🏿 #ResistênciaNegra #CulturaQuilombola
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Intro 00:00:03 Pode entrar no Brasil Business Network com o Rei do Networking, Tom Reaoch.
Tom Reaoch 00:00:10 BBN Brasil Business Network, o podcast de negócios, Conectando Pessoas, Culturas e Mercados. Eu sou Tom Reaoch conversando do meu estúdio no Brasil e hoje participando da cidade de Campinas, conversamos com a Mariana Nunes, fundadora do Movimento Rosalina, liderança feminina periférica, facilitadora de impacto social da Aliança Empreendedora e membro de ForbesBLK Black. Mariana porque o mês de julho é preto. É de luta e de celebração?
Mariana Nunes 00:00:48 Olá Tom, tudo bem? Obrigada por esse convite, pela oportunidade de falar um pouco sobre o Julho das Pretas. Bom, julho é preto porque a gente tem uma um uma mulher preta que a gente considera que a Tereza de Benguela, né? É que foi aí em 2000. A gente comemora nela a data de Tereza de Benguela, no dia 25 de julho. E falando um pouco de Tereza, ela foi uma líder quilombola do século XVIII que assumiu o comando do Quilombo Erê, localizado no atual estado do Mato Grosso, né? E após a morte do seu companheiro que ela assumiu essa liderança, então, sob a sua liderança, o quilombo resistiu à escravidão por décadas, reunindo negros, indígenas e outros grupos marginalizados que lutavam por liberdade.
Mariana Nunes 00:01:41 Então, Tereza, ela organizava a defesa do território, estruturava a produção, liderava o povo de forma estratégica e política. Então era uma mulher negra à frente de um povo livre, em pleno regime escravocrata.
Tom Reaoch 00:01:54 Numa época que não tinha nem como comunicar.
Mariana Nunes 00:01:56 Não tinha nem como comunicar. E a gente já tinha uma mulher que se comunicava por por essas ações, por essa liderança, aquela que ela fingia, né, em Mato Grosso.
Tom Reaoch 00:02:09 Mas isso também é um exemplo hoje. Hoje temos todas as formas de comunicação, internet, enfim. Mas o que faz grudar são as ações pessoais. Exatamente por isso que são lembrados. Eu acho que são as coisas pessoais.
Mariana Nunes 00:02:25 Sim.
Tom Reaoch 00:02:26 Então, agora mais um pouco mais difícil de multiplicar. Mas o raiz da paixão, vamos dizer assim, da ambição, vem da pessoa.
Mariana Nunes 00:02:35 E da pessoa.
Tom Reaoch 00:02:36 E eu vejo isso em você que você conhece você. Já não estou falando sério. Você já teve aqui, já te entrevistei, eu assisto, vejo o que você faz aqui no Nintendo, sempre postando, sempre animado, sempre divulgando.
Tom Reaoch 00:02:51 Então, essa parte, essa parte da comunicação hoje é um pouco mais fácil. No Instagram é tudo, mas se não tem ninguém que nem você e que você não teve no passado ninguém que nem Teresa não contasse. Então, essa celebração, qual é o par de celebração? Celebrando o que vai acontecer?
Mariana Nunes 00:03:12 Então estamos celebrando também. A gente vai ter. Eu sou fundadora do Movimento Rosalina Movimento Rosalina, falando um pouco. A gente apoia, empodera mulheres negras, periféricas da comunidade. Eu sou uma mulher preta de comunidade, né, De periferia. Então, Rosalina, a gente apoia essas mulheres. A gente tem no nosso grupo, na nossa comunidade, na Rede Rosalina, mais de 160 mulheres que a gente apoia. E no sábado, a gente, no dia 25, a gente comemora, né? Dia de Tereza e ela, que é a comemoração, fecha com julho preto e dia 26 a gente tem a celebração, que é o julho das pretas, né? A feira cultural é que a gente comemora ali ações de empreendedoras, a gente, o afro empreendedorismo.
Mariana Nunes 00:04:02 Então a gente comemora assim mulheres que estarão com seus artesanatos da área de alimentação. Teremos oficinas também da Aliança Empreendedora, porque trabalho na Aliança Empreendedora. Também sou assessora de empreendimentos. Hoje na Aliança aonde a gente trabalha, eu especificamente estou num projeto onde a gente apoia empreendedoras de base. Então teremos oficinas, teremos o dia todo de atividade e de celebração para essas mulheres. Será na Estação Cultura, Campinas das dez às vinte e dois horas.
Tom Reaoch 00:04:34 Aqui em Campinas, só para nós ouvintes e que também o Centro Cultura está se tornando um centro de cultura da multiplicação da cultura.
Mariana Nunes 00:04:45 Sempre foi, sempre foi. E agora a gente está com esses, com esses eventos. A gente está tentando deixar cravado, frisado que esses eventos é de extrema importância, principalmente ali acontecendo na Estação Cultura, que é o centro histórico de Campinas também.
Tom Reaoch 00:05:04 E também para nossos ouvintes, a estação também é uma estação ferroviária antiga e é um marco cultural. É um museu e.
Mariana Nunes 00:05:14 Um museu.
Tom Reaoch 00:05:15 E o próprio cidade de Campinas está resgatando sua cultura, seu passado.
Mariana Nunes 00:05:20 Suas origens.
Tom Reaoch 00:05:22 As origens, suas origens e com todo o movimento olhando para o futuro. Os novos investimentos do Parte Ferrovia finalmente são exemplos. Precisamos preservar a cultura do passado, mas precisamos fazer a transição de tudo isso para o futuro.
Mariana Nunes 00:05:41 Exatamente.
Tom Reaoch 00:05:42 Eu fico muito, conta. Então, lá realmente é uma festa essa celebração.
Mariana Nunes 00:05:46 O dia todo de celebração, dez da manhã às vinte e dois horas.
Intro 00:05:50 Agora me conta um pouco.
Tom Reaoch 00:05:51 Eu sei que sua atuação como modelo, como pessoa, para as mulheres, é viver na periferia. Eu não posso dizer que eu sei como você sabe, mas a gente imagina o os desafios que tem primeiro para se organizar. Ainda mais os desafios para uma mulher se empreender, tá? Então, uma coisa é o processo de empreender, outro é o apoio psicológico de fazer. Como é que? Como é que você lida com tudo isso?
Mariana Nunes 00:06:27 Como que eu lido muita terapia? Agora. E eu comecei. Com Fazendo terapia.
Tom Reaoch 00:06:45 Volto a falar.
Mariana Nunes 00:06:48 Eu comecei como terapia porque meu celular tá tocando no fundo.
Mariana Nunes 00:06:51 Você tá ouvindo?
Tom Reaoch 00:06:52 Tá, mas a vida é essa.
Mariana Nunes 00:06:56 Então eu comecei. Na verdade, eu comecei a cuidar da minha mente. Esse ano tá bom, mas eu não tinha, nunca tive, nunca fui uma pessoa. Nós, mulheres negras, a gente não tem nem condições de pagar um apoio psicológico dizendo aí, né? Nosso apoio psicológico é ali trabalhar, conquistar nosso apoio psicológico e a gente cuidar dos nossos filhos, manter os nossos filhos para que eles não passem fome, né? Então a gente trabalhar ali o tempo todo para que isso não aconteça. Então é pela minha luta. Graças a Deus hoje eu consegui. Consigo pagar uma psicóloga, mas assim é muito difícil pelo fato da gente não ter recurso, por exemplo, para este evento acontecer. Eu tendo condições hoje de pagar um apoio psicológico para esse evento acontecer, foi muito difícil, foi muito difícil. A gente não tem apoio de prefeitura. Este evento a gente recebeu. A gente está recebendo ali uma emenda de uma vereadora, uma emenda de uma vereadora que é preta e que, sim, apoiou esporadicamente o nosso evento.
Mariana Nunes 00:08:11 No ano passado, ela ajudou a gente no ano passado, o ano passado o evento foi na rua, né? A primeira edição. E aí esse evento, graças a Deus, com apoio, com essa emenda dessa vereadora preta que ela falou, não eu, eu eu apoio Rosalina. Eu gosto da história do Rosalina porque a história do Rosalina é a história da minha avó materna, né? É o nome. Levo a história ali da minha avó materna, então eu apoio o Rosalina. Então eu vou ajudar vocês com uma emenda para que esse evento aconteça e para que essa celebração aconteça. Então, através dessa vereadora que teve esse olhar, esse cuidado, né? Para que esse evento com distanciem, é muito difícil você ter um apoio ali, né? Muitas vezes a gente foi ali atrás do pessoal da cultura. Ai é legal, legal, mas é ilegal, mas tá apoiando, tá ajudando a gente.
Tom Reaoch 00:09:07 E é difícil, mas não é impossível, não é? Você pega o que você acabou de falar e leva isso de volta para a Tereza, lá em Mato Grosso, que nem rua tinha.
Tom Reaoch 00:09:19 Não tinha não. Ela tem um quilombo, então tinha um mato que começou a se expor, se falar. Então, esse caminho árduo que vocês estão fazendo, mas é um caminho que precisa ser feito agora, É um caminho que precisa agregar mais pessoas como você está fazendo muitos, que é o centro. O pessoal fica na torcida, vamos dizer assim, fica na arquibancada e só quer ver o jogo. Mas hoje em dia, o engajamento, isso é em todos os aspectos. O engajamento é mais necessário, o engajamento pessoal de sair da arquibancada e entrar em campo, Sim, Então é uma oportunidade que vocês vão fazer na Estação Cultura. É pôr as pessoas no jogo.
Mariana Nunes 00:10:06 O que nós estamos fazendo é um quilombo. O que Teresa fez na época, no século XVIII, foi um quilombo. Quilombo, só para você entender, é uma forma de organização social e territorial criada por pessoas negras e geralmente por mulheres negras. Então é o Movimento Rosalina. Essa celebração do Giro das Pretas é uma forma de uma organização quilombola, entendeu?
Tom Reaoch 00:10:30 Me ajuda a entender o quilombo.
Tom Reaoch 00:10:32 Ele é um remanescente do que era a época fazendário no Brasil.
Mariana Nunes 00:10:37 Sim, sim. O quilombo é. Eram espaços de resistência, liberdade e reconstrução da vida em comunidade, onde negros, indígenas e outros grupos marginalizados viviam de forma coletiva, autônoma e livre da opressão dos senhores de escravos. Ou seja, nós, nós, mulheres da comunidade, Vivemos no quilombo. Nós somos mulheres quilombolas.
Tom Reaoch 00:11:03 Nós criamos a realidade brasileira. É um quilombo.
Mariana Nunes 00:11:06 É um quilombo. As periferias do Brasil são quilombo porque as periferias, as comunidades, elas se reúnem, elas se apoiam, entendeu? E o quilombo é isso, entendeu?
Tom Reaoch 00:11:20 Eu vejo isso também em pedaços, vamos dizer assim. Eu moro atualmente no Vinhedo, então vejo também aqui. Tem o apoio de mulheres empreendedoras. É um sábado de manhã, tem uma fera junto com cada um tentando a fazer, criando e empreendendo de forma possível, fazendo comida, bolo, artesanato, enfim, mas aprendendo. Aprendendo a empreender. Sim, aprendendo a se estruturar numa vida e muitas vezes, que é que passa por muito violência emocional e físico e repressão?
Mariana Nunes 00:11:58 E aí, o que que a gente faz com esse quilombo? A gente falar de quilombo hoje é de resistência histórica, ancestralidade, liberdade, construção coletiva.
Mariana Nunes 00:12:08 É uma herança viva do povo negro do Brasil, né? Então, a gente, através desse quilombo, que a gente se cuida, que a gente tem afeto, que a gente tem, né, Que a gente consegue ali fazer as nossas atividades, que a gente consegue empoderar outras, né? É isso. E eu me vejo muito interessada de Benguela. Eu me vejo muito por isso que eu gosto muito. E no vídeo que eu gravei eu falei um pouco da história. E eu me vejo muito como Teresa, porque a Regina.
Tom Reaoch 00:12:41 Referindo ao post que eu vi no link, né? Sim, realmente. Obviamente meus podcast são áudio, ninguém tá vendo, mas eu posso transmitir. Não é só nos podcast que eu vejo. Você é uma pessoa desde que te conheço eminentemente, uma pessoa com um sorriso. O tamanho do Brasil, Fui sempre alegre. Não sei não. Você não demonstra a parte que deve ser toda essa experiência que você passou. Isso é importante. É isso que você transmite. Então é isso que nós estamos tentando fazer aqui e levar para frente esse trabalho seu, o seu, do grupo.
Mariana Nunes 00:13:21 Do grupo.
Tom Reaoch 00:13:21 Engajar e promover e de comunicar para outros usando formas de comunicação hoje mais moderna. Então, esse podcast não é só para o Brasil ou para o mundo. As pessoas vão ouvir. Então não é só a celebração em Campinas. Então, como Brasil é um quilombo e tem quilombos em várias partes do mundo.
Mariana Nunes 00:13:43 Enfim, temos quilombos e ainda hoje a gente tem quilombos, viu? A gente tem quilombos. Ainda existem comunidades quilombolas no Brasil reconhecidas ali pela Constituição. Elas são formadas por descendentes desses grupos que resistem à escravidão e seguem lutando pelo direito até então, à identidade cultural, acesso à educação, saúde e política pública. Além então, desse quilombo periférico que eu falo que são as nossas comunidades, a gente tem sim. Existem ainda comunidades quilombolas no Brasil, para que fique frisado assim para as pessoas e para as pessoas saberem.
Tom Reaoch 00:14:20 Então, só voltando do nosso início, celebramos o julho das Pretas. Um mês de luta, visibilidade e reconhecimento da força das mulheres negras, latino americanas e caribenhas, além das brasileiras.
Tom Reaoch 00:14:37 E isso.
Mariana Nunes 00:14:38 É isso.
Tom Reaoch 00:14:39 Então quero realmente dizer de novo parabéns pelo seu esforço, pela sua alegria de fazer isso. Obrigada por levar para fazer e boa sorte para todo mundo Sábado E aí nós vamos voltar a um futuro que eu quero ouvir ou a sua impressão no depois.
Mariana Nunes 00:14:57 Vou voltar porque eu vou te.
Tom Reaoch 00:14:58 Contar o que vai acontecer depois. que gente fala muito do passado e não tenho nada contra. Mas na próxima vamos falar para que esse vento fez. E como é que vocês estão levando isso para o futuro? E ficar falando antes do próximo julho? Pode ser assim?
Mariana Nunes 00:15:15 Podemos, podemos e vou falar. E tenho certeza que vai ser lindo e que eu vou voltar com coisas boas para você, sem dúvida.
Tom Reaoch 00:15:22 Agora, para nossos ouvintes, como é que eles podem te achar.
Mariana Nunes 00:15:27 Legal no meu LinkedIn? Mariana Nunes No meu Instagram sou Mariana Nunes e o Instagram do Rosalina Arroba Movimento Rosalina.
Tom Reaoch 00:15:38 Então está em todos os lugares, é só procurar e só tá bom. Muito obrigado então para participação.
Mariana Nunes 00:15:46 Obrigada a todos. Obrigada mais uma vez pela oportunidade e você é uma das pessoas que fazem parte desse crescimento, tanto da minha pessoa no pessoal como do movimento. Rosalina, muito.
Tom Reaoch 00:15:57 Obrigada! Esperamos que nós agregamos mais pessoas nisto.
Mariana Nunes 00:16:02 Se Deus quiser, iremos agregar.
Tom Reaoch 00:16:04 Então, para nossos ouvintes, Obrigado. Como falamos, você pode achar mais sobre Mariana Nunes e Mariana. Sobrenome N. O NS vai achar ela no LinkedIn. Você vai achar também essa ou aquela aliança empreendedora Ponto org br e o Instagram dela que é a Movimento Rosalina. Tá, muito obrigado pela participação! BBM Brasil e o aparecimento do Focus My Marketing Intelligence. Especialistas em pesquisa de mercado no setor agrícola. Mais informações no site FO USM e com. Obrigada pela audiência! Até o próximo encontro aqui do BB Brasil Business Network.
Intro 00:16:53 Obrigado por entrar no Brasil Business Network com o Rei do Networking, Tom Reaoch.
Estrategista Start UPs, Mari Savedra, CEO Speedy Kids Method, Campinas, Brasil
Veronika Viegas, Contas Internacionais VEDU Foreign Trade, Shenzhen, China
Veronika Viegas conta de como é morar e trabalhar na China. Eu conheci a Veronika Viegas na plataforma chinesa REDnote. Atualmente ela esta na Gestão de Contas Internacionais da VEDU Foreign Trade em Shenzhen e atendendo clientes no Brasil, Africa, Estados Unidos e China. http://www.vedutrade.com.cn https://www.linkedin.com/in/veronikazv
Para ouvir no Spotify entrevistados no BBN Brasil Podcast.
Marceli Granja, Engenheira Especialista em Tuneis, Sidney, Australia
Dicas para brasileiras de como se preparar para oportunidades no mundo. Marceli Granja, Engenheira Civil, especialista na construção de tuneis e na gestão de projetos, oferece dicas para brasileiras de como se preparar para oportunidades no mundo. https://www.linkedin.com/in/marceligranja
Vanessa Puerta, Equidade Mulheres no Brasil, Sao Paulo, SP
O papel de Mulheres no Brasil, equidade em 2025 e no futuro. Vanessa Puerta, Douturanda em Communicação e Semiótica pela PUC-SP, Fundadora da Interculturabiliy & Co, Sócia da IVTEC Engenharia e Coordenadora da SIETAR Global. https://www.linkedin.com/in/vanessapuerta
Para conhecer e ouvir mais entrevistas: BBN Brasil Podcast
Marcelo Brandao, Vilage Marcas e Patentes, Campinas Innovation Week, Campinas
Hoje vamos conversar
com Marcelo Brandão, Socio da https://www.vilage.com.br/ e Diretor Adjunto
da ACIC, Associação Comercial e Industrial de Campinas.
Marcelo,
Campinas vai sediar o “Campinas Innovation Week” reunindo no mesmo
espaço o “Retail Conference” Forum do Varejo da ACIC, e o “TechStart
Summit” promovido pela https://venturehub.se/ além do Inova Trade Show e OIWeek. De 10
a 14 de junho
Qual sua
expectativa com o Campinas Innovation Week, networking, novos contatos?
Vocês podem
saber mais sobre Marcelo Brandao no LinkedIn e no https://www.vilage.com.br/
A
inscrição para https://campinasinnovationweek.com.br/
de dia 10 a 14 de junho é gratuita.
Rodrigo Faustini, CEO WeHandle, Campinas Innovation Week, Campinas
Hoje conversamos com Rodrigo Faustini, CEO na WeHandle uma Plataforma que garante a união entre os fornecedores de serviços e seus clientes. Rodrigo, Você vai participar do evento “Campinas Innovation Week”, expondo no TechStart Summit promovido pela Venture Hub e no Painel de Debates sobre Fundraising. Qual sua expectativa num evento que pode reunir até 30000 pessoas? A inscrição para https://campinasinnovationweek.com.br/ de dia 10 a 14 de junho é gratuita.
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Jose Azarite, Venture Hub, Campinas Innovation Week, Campinas, SP
Hoje vamos conversar novamente com o Jose Azarite, Fundador e Corporate Innovation Vice President, Venture Hub, Campinas e Manaus. Especialista em Ecossistemas de Inovação. Azarite, estamos caminhado para o Campinas Innovation Week, mega evento de tecnologia em Campinas. Como vai ser a participação do Venture HUB?
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Renata Thiebaut, Etica na Inteligencia Artificial, UAE, Canada, China
Hoje vamos conversar novamente com a Renata Thiebaut, Chief Operating Officer na Green Proposition em Dubai e Professora da Gisma University em Berlin, Alemanha. Renata em 2020 conversamos sobre Transformação Digital, hoje todo mundo só fala de Inteligência artificial. Eu vi uma colocação sua no LinkedIn sobre padrões éticas no uso. O que é Ética na Inteligência Artificial?
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Alessandro Gil, E Commerce Expert, VP Wake, Brasil
Hoje novamente com Alessandro Gil um dos líderes do e-commerce brasileiro, e
mais de 25 anos de experiência em marketing e estratégia de expansão
de negócios. Atualmente, é VP da Wake, empresa do grupo Locaweb e focada
em soluções digitais para o varejo.
Gil, O futuro está vindo cada vez
mais rápido. O que o empresário pode fazer para acelerar o seu próprio sucesso?
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Tais Moreira, Naturopatia, Qualidade de Vida, Pirenopolis, GO
Hoje vamos conversar com a Tais Moreira em Pirenópolis, Goiás
Tais Moreira é proprietária da Tais Moreira Naturopatia e Restauração
Emocional. Como Naturopata é Especialista
em Estratégias de Qualidade de Vida.
Tais, A Naturopatia, busca a
causa real das doenças para restauração do sistema físico, mental e emocional
de cada pessoa.
Como voce aplica a naturopatia no seu trabalho?
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