Vanessa Puerta, Expert em Lideranca Intercultural e Inclusao, Brasil

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No Brasil transtornos mentais estão entre as principais causas de incapacidade com aumento de afastamento no trabalho. A atualização da NR-1 obriga as organizações gerenciar riscos psicossociais. A Vanessa Puerta compartila sua opinião se as empresas implementarão de verdade! Vanessa Puerta, Fundadora da Interculturability & Co. Expert em Liderança Intercultural e da Inclusão. https://www.linkedin.com/in/vanessapuerta 


Pode entrar no Brasil Business Network com o Rei do Networking Tom Reaoch.

Tom Reaoch 00:00:11  BBN Brasil Business Network O podcast de negócios conectando pessoas, culturas e mercados. Eu sou o Tom Reaoch conversando do meu estúdio em Vinhedo, São Paulo e hoje participando da cidade de São Paulo, conversamos novamente com a Vanessa Puerta. Ela é fundadora da Interculturalability e Company, expert em liderança intercultural e da inclusão.

Vanessa Puerta 00:01:10  Então é um prazer falar com você novamente. Obrigada por esse espaço. É realmente como você falou, os transtornos mentais. Eles somam 8,35% dos afastamentos e são a maior causa dos afastamentos ocupacionais e atrás apenas das das doenças ósseas, fraturas e etc. E na Organização Internacional do Trabalho e da OMS, eles estimam 12 bilhões de dias de afastamento. Então é muito grande, tem um efeito muito grande na economia global.

Vanessa Puerta 00:01:48  Então é muito importante as empresas entenderem que o custo, a despesa já está lá e agora são necessárias implementações de uma gestão de risco efetiva na prevenção desses afastamentos e no cuidado com as pessoas. E esses fatores de risco e os perigos já estavam lá. Então, essa atualização da norma, ela vem para nomear esses riscos psicossociais e ele ele trazer uma implementação efetiva de ações.

Tom Reaoch 00:02:22  Bom, e realmente concordo com você, porque a gente vê ou não as empresas mostram isso quando se fala da segurança do trabalho. Você fala realmente da acidentes. É visível, né? Esse cuidado de acidentes que eles são visíveis. Agora, problemas mentais não são necessariamente visíveis.

Vanessa Puerta 00:02:45  Não são, não são visíveis. E vê se é importante a empresa não colocar só não ações anuais de prevenção ou ou formulários, ou uma caixinha de sugestões, mas, mais importante, uma efetiva ação com os gestores, tanto os gestores próximos quanto a autoliderança da alta liderança. Porque a empresa vai precisar ouvir as pessoas, têm uma comunicação real de escuta, como nos traz Goffman.

Vanessa Puerta 00:03:15  Como nos traz Habermas. É uma interação real, uma oportunidade de construção de confiança, de inclusão das pessoas, inclusão da diversidade. Porque as normas elas estão lá, Mas o como as pessoas se relacionam no trabalho, as pessoas passam boa parte da sua vida no trabalho. Então é importante o quão nessas interações essa comunicação seja realmente verdadeira. Exista realmente momentos de escuta verdadeira. É muito falado isso a ouvir, né? Mas existe uma escuta ativa por parte dos gestores, por parte da empresa. É isso que as empresas vão precisar se preocupar a partir de agora.

Tom Reaoch 00:03:56  Agora você vê exemplos reais do que isso está acontecendo ou não.

Vanessa Puerta 00:04:02  Olha, as empresas estão muito preocupadas nessa gestão, porque elas estão sentindo realmente essa questão das despesas, dos afastamentos, mas ainda elas. Elas estão muito um pouco perdidas nessa questão, por exemplo, dos chatbots da comunicação por I.A. Os e-mails. É importante voltar um passo atrás para a comunicação humana verdadeira. Para que? Para que realmente existam essas ações. Então existe automação. Ela vai dar velocidade.

Vanessa Puerta 00:04:37  Ela aproxima pessoas que estão distantes, mas os universos simbólicos entre as pessoas. Isso vai ser resolvido numa comunicação mais efetiva. Uma comunicação de verdade, né? Então a empresa vai precisar de um plano de ação com prazos, com um responsável. Não é só o RH implementar um plano, mas precisa realmente.

Tom Reaoch 00:05:02  Era de segurança, né?

Vanessa Puerta 00:05:04  Não, não precisa de uma cultura, de um ambiente saudável, inclusivo para as pessoas, de uma comunicação mais efetiva, né? Ele não é só um item de compliance para dizer no papel. Porque aí sim, vai ser uma uma despesa a mais, né? E então, quando o ambiente, ele promove a diversidade, a inclusão e o diálogo, ele vai aumentar o engajamento e a produtividade. Porque as pessoas no trabalho, como eu falei, não é unicamente produzir. Elas também convivem nesse ambiente, né? Ju Já não.

Tom Reaoch 00:05:45  É por acaso, né? Esse tal do burnout, esse esse tal de mau atendimento são coisas que existem sim.

Vanessa Puerta 00:05:55  Sim, exatamente.

Vanessa Puerta 00:05:57  Esse é os dispositivos tecnológicos, ao passo que eles, ao mesmo passo que eles aproximam, eles também criam barreiras culturais e de comunicação. Então é importante que que exista essa essa preocupação por parte das empresas, né? E é. É necessário Porque as normas que existem na empresa, a visão, missão, valores, as normas que estão nos murais. Elas estão lá para determinar os formatos de trabalho. Mas como o trabalho vai ser executado e como as pessoas se sentem incluídas e pertencentes? Muito se fala sobre pertencimento e engajamento. Isso vai ser determinado pelas ações comunicativas e por essa essa atenção da empresa. E isso é muito importante porque antes as pessoas, elas não tinham como demonstrar se elas tinham uma. Era uma doença silenciosa e ela não tinha como demonstrar. Mas agora isso já tá tão eminente, tão, tão latente nas pessoas que já já não funciona dessa forma. Então, a empresa que não tiver olhando para as pessoas de verdade, elas, elas vão estar atrás. E elas vão continuar tendo despesas e no fim é tudo.

Vanessa Puerta 00:07:21  E sobre a produtividade, nós sabemos, né?

Tom Reaoch 00:07:23  Bom, nós vamos voltar a falar disto. É realmente que como está todo mundo preocupado e não o sentimos real ou realizações, a próxima conversa nossa no futuro vai ser de identificar exemplos que de fato estão implementando e podem servir de exemplo para os outros. Tá certo.

Vanessa Puerta 00:07:47  Sim. Eu espero trazer exemplos reais. As empresas estão se adaptando ainda, apesar da nova norma já estar vigente, né? Mas vai ser necessário realmente esses canais de escuta real e contínua e os indicadores de afastamento realmente entendendo as questões e uma análise que as ferramentas tecnológicas possam ajudar nessas análises e nos dados. Mais transformar em ações que estejam cuidando mesmo das pessoas que se preocupem com as pessoas, porque no fim, uma organização não são só paredes e máquinas, são as pessoas.

Tom Reaoch 00:08:28  Então, como nossos ouvintes podem achar mais sobre você?

Vanessa Puerta 00:08:35  Pelo meu LinkedIn Vanessa Puerta e pelo meu e-mail? Vanessa Arroba. E é também aqui pelo canal.

Tom Reaoch 00:08:47  Espero então até a próxima vez aqui. Muito obrigado.

Vanessa Puerta 00:08:52  Muito obrigada, Tom.

Tom Reaoch 00:08:54  Então, como ela falou, vocês podem saber mais sobre Vanessa Puerta no LinkedIn Tá? 

Intro 00:09:23  Obrigado por entrar no Brasil Business Network com o Rei do Networking Tom Reaoch.

Jose Azarite, Corporate Innovation VP Venture Hub, Campinas, Manaus, Brasil


 Azarite! Voce nota alguma diferença entre jovens start ups de 10 anos atrás e de hoje, Campinas e Manaus? Jose Azarite, Corporate Innovation no Venture Hub e membro do Future Advisory Board ACIC Campinas. https://www.linkedin.com/in/azarite https://venturehub.se https://acicampinas.com.br/

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Intro 00:00:04  Pode entrar no Brasil Business Network com o Rei do Networking. Tom Reaoch

Tom Reaoch 00:00:11  BBN Brasil Business Network. O podcast de negócios Conectando pessoas, culturas e mercados. Eu sou o Tom Reaoch conversando no meu estúdio em Vinhedo, São Paulo, e hoje participando da cidade de Campinas, conversamos com José Azarite Corporate Innovation, vice presidente no Venture Hub Campinas, e Manaus, e membro do Future Advisory Board. ACIC Campinas. 

José Azarite 00:00:56  Tom Primeiro, é uma honra estar com você mais uma vez. Nesses últimos dez anos, nós tivemos transformações extremamente importantes no conceito das startups e no conceito de como você começa um novo negócio. Você escala esse novo negócio. Então, tanto Campinas como Manaus, estamos observando o seguinte dez anos atrás, oito anos atrás, havia no mercado ainda muito pouco impacto do conceito e da aplicação e do uso da inteligência artificial pelas empresas, pelas startups, etc. E havia, naquele momento, muita liquidez, muito capital.

José Azarite 00:01:35  Então o acesso à capital naquela ocasião era muito mais fácil. Então nós tivemos aí muitas startups que começaram sua jornada e conseguiram captações importantes logo no início da jornada. Mas o que a gente observou no cenário macroeconômico, no cenário macro dos negócios, de empreendedorismo e, principalmente, empreendedorismo de base tecnológica? Mais recentemente, quando você pega a geopolítica mundial, né? A gente tem uma série de coisas acontecendo. O capital ficou um pouco mais escasso e a inteligência artificial. Ela tomou nos.

Tom Reaoch 00:02:13  Mais concorrida, né?

José Azarite 00:02:15  Muito mais concorrida. Mas o que que acabou acontecendo? A inteligência artificial? Ela se tornou tão disponível e tão democraticamente utilizável por pessoas comuns e muita gente que contratavam uma startup. Hoje, dentro da sua própria empresa, se utiliza de ferramentas disponíveis. A própria empresa está disponibilizando e resolve problemas de processo, problemas com com dados, uso de dados, tratamento de dados, etc, de uma maneira muito mais fácil. Então, as startups, além do capital ter ficado um pouco mais escasso, as empresas com seus times internos começaram a desenvolver coisas muito mais facilmente e com uma rapidez enorme, né? Então a gente teve nesse período mais recente uma seletividade muito maior é uma ocupação de espaço para startups que desenvolveram rapidamente soluções, usando aí esse material todo amplo aí de desenvolvimento de novas tecnologias usando inteligência artificial.

José Azarite 00:03:22  Então, quando eu comparo, dez anos atrás, eu tinha mais acesso à capital e menos concorrência dos times internos com o desenvolvimento de soluções. Hoje, o que que a gente tem? Uma seletividade maior do capital por conta da da, da da, vamos dizer assim, da da, da macroeconomia, né, como um todo, juros altos, etc. E também a concorrência pela democratização do uso da inteligência artificial das pessoas que são colaboradores internos, que estão resolvendo o problema da velocidade.

Tom Reaoch 00:03:57  Se não pode ficar sentado esperando nada, mas tem que sair correndo.

José Azarite 00:04:02  E hoje, o que que acaba acontecendo? Você usando, por exemplo, as soluções aí tipo robô, por exemplo, uma pessoa comum pode desenvolver um agente rapidamente e resolver um problema da contabilidade do RH. Enfim, coisas desse tipo. E até pouco tempo atrás eu teria que ir a mercado buscar uma startup que fizesse isso sim. Então tá muito mais assim. Tem até um concorrente entre aspas adicional, que é o próprio colaborador que se preparou para não perder a sua posição de trabalho, se preparou sabendo usar a inteligência artificial.

José Azarite 00:04:37  Então vem aquela grande pergunta, né? Você será substituído pela inteligência artificial? A minha resposta não. Mas você poderá ser substituído por uma pessoa que sabe usar a inteligência artificial.

Tom Reaoch 00:04:49  Então, na realidade que está dizendo não é o fim do mundo, é o início de um mundo novo.

José Azarite 00:04:55  Exatamente. Então é o início de um mundo novo, onde a inteligência artificial, como ocupou um papel de destaque frente a tudo isso que está no ecossistema como um todo.

Tom Reaoch 00:05:08  Esse mundo novo se renova Praticamente a cada 24 horas.

José Azarite 00:05:13  A cada 24 horas a gente tem uma notícia de algo novo que apareceu usando alguma coisa nova de inteligência artificial.

Tom Reaoch 00:05:22  Então não dá para nem dormir mais.

José Azarite 00:05:25  Eu fico fazendo um paralelo você sabe que eu sou professor na área de ecossistemas de inovação, como membros de conselho, etc. Eu comecei pessoalmente a usar inteligência artificial. Hoje eu uso o notebook LM, Gemini, Chat GPT, etc para preparar as minhas aulas. Eu fiquei infinitamente mais produtivo e um dia, tomando um vinho, eu falei Cara, o que será do futuro da minha profissão? Eu estou tão produtivo.

José Azarite 00:05:54  Imagino um garoto que sabe usar muito melhor que eu essas coisas, né? Então os professores do futuro que se cuidem, aprendam a usar a inteligência artificial, senão vocês terão o problema.

Tom Reaoch 00:06:05  Que os jovens começam a tomar o vinho bom.

José Azarite 00:06:08  Exatamente. Perfeito.

Tom Reaoch 00:06:12  É exatamente pra nossa audiência. Como é que eles podem te achar?

José Azarite 00:06:18  Bom, eu tenho presença nas redes daí de LinkedIn, por exemplo. Basta procurar no LinkedIn, AZARITE. Você vai achar meu perfil ali, eu tenho uma frequência de publicações, Enfim, gosto muito dessa rede. É muito inspirado por Tom, que sempre me falou Azarite tem uma boa posição no LinkedIn, então eu tenho hoje meu LinkedIn sempre ativo e nas redes sociais, mais aí com meus hobbies e minhas coisas de empreendedorismo, tenho uma presença no instagram muito forte no perfil. Zé Underline. Então to nessas duas principais redes e twitter, essas coisas do pouco mas são LinkedIn e Instagram. E se quiser saber um pouco mais do que a Venture faz no site VentureHub.se é muito bom.

Tom Reaoch 00:07:13  Então Asari, obrigado, Espero ver você no mundo novo amanhã.

José Azarite 00:07:18  Com certeza estaremos juntos nesse mundo novo amanhã. E falando de como esse mundo novo está evoluindo tão rapidamente.

Tom Reaoch 00:07:25  E eu tenho que fazer um podcast diário agora, não é? De vez em quando, não é isso.

José Azarite 00:07:31  É isso aí. Isso é pra uma honra antiga.

Tom Reaoch 00:07:33  Obrigado. E vocês? Como ele falou, pode saber mais sobre José Azarite no LinkedIn e no Venture Hub.

Intro 00:08:10  Obrigado por entrar no Brasil Business Network com o Rei do Networking Tom Reaoch.

Jarib Fogaca, JFogaca Assessoria, Diretor Consultivo ACIC Campinas

 Campinas e região como centro de atração de investimento, Innovação e liderança em desenvolvimento. Jarib Fogaça, Conselheiro Independente, Socio JFogaca Assessoria e Diretor Consultivo da ACIC Associação Comercial Industrial de Campinas, oferece sua avaliação. https://www.linkedin.com/in/jaribfogaca 

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Intro  00:00:03  Pode entrar no Brasil Business Network com o Rei do Networking. Tom Reaoch

Tom Reaoch 00:00:11  BBN Brasil Business Network. O podcast de negócios conectando pessoas, culturas e mercados. Eu sou o Tom Reaoch conversando no meu Studio em Vinhedo SP, hoje participando da cidade de Campinas. Conversamos com Jarib Fogaça, sócio de JFogaca Assessoria, conselheiro independente e diretor suplente da Associação Comercial Industrial de Campinas ACIC Campinas. 

Jarib Fogaça 00:00:58  Olá Thomas, Que bom estar com você hoje e essa região é espetacular. Inclusive eu quero mencionar que recentemente eu estive lá na Semana de Negócios e Empreendedorismo, que é um evento anual promovido pela ACIC, Tem a cooperação da Secretaria de Desenvolvimento, Inovação e Tecnologia da Prefeitura Municipal de Campinas e esse evento é um dos dois grandes destaques dentre vários anuais que a ACIC em especial a promove, né? Eu quero até citar rapidamente existe o SNE, que é o Semana de Negócio Empreendedorismo e no segundo semestre nós temos o Campinas Innovation Week.

Jarib Fogaça 00:01:44  Então aqueles que estiverem se planejando para o segundo semestre já podem se planejar para esse evento também.

Tom Reaoch 00:01:51  E só pra alertar a nossa audiência, esses todos os eventos aqui não são na realidade da cidade, são da região, do estado, até do país.

Jarib Fogaça 00:02:01  Sim, e você sabe que nesse do ano passado a gente tinha ônibus que obviamente pega o pessoal no aeroporto e traz para cá. Falando em, você falou de desenvolvimento econômico, inovação, tecnologia. Campinas tem essas vantagens discretamente divulgadas, mas que são fantásticas. Por exemplo, o aeroporto de Viracopos, que que conecta com muita facilidade o Brasil todo, né?

Tom Reaoch 00:02:31  O mundo.

Jarib Fogaça 00:02:32  O mundo. Como nem eu nem nem tenho dúvida disso, nem tem dúvida disso. Ah, eu acho que a Companhia de Portugal está fazendo. Tem feito voos diretos pra Portugal também, que também tem uma questão de inovação e tecnologia em Portugal, né? Mas comentando Thomas, você falou de tecnologia e inovação. Só pra ilustrar, dentro da CSN da semana passada, de um a 3 de junho, tivemos a apresentação de um plano.

Jarib Fogaça 00:03:00  Eu vou até ler o título aqui porque é bacana que o pessoal pode consultar no site da Prefeitura Municipal de Campinas e chama Plano Estratégico de Ciência, Tecnologia e Inovação de Campinas. Foi um trabalho de uma equipe grande, de várias partes colaborativas, incluindo as universidades e e demais entes da região, para fazer esse plano estratégico que tem a ver com ciência e tecnologia. E nesse tema que até você comentou, como é que eu vejo essa questão para atração de investimentos, eu acho que fica muito evidente, né? Talvez. E é uma situação assim. É uma região que teve uma alavancagem de tecnologia há décadas atrás e permanece com essa alavancagem até hoje. As grandes empresas a gente pode sempre citar alguns nomes, se a gente quiser, que estão aqui ou em Campinas ou na região de Campinas.

Tom Reaoch 00:04:01  Muitas dessas empresas começaram como jovens em startups, como empreendedores. Não foi isso, como recém formados, universidade ou escola técnica e continua em permanecem aqui.

Jarib Fogaça 00:04:16  Eu acho que a gente pode citar alguns nomes para dar, para dar a magnitude da região, né? Thomas Por exemplo, o iFood, que hoje não é mais dirigido direto pelo Blois, mas é originário da Unicamp, né? Então ele fez a Movile, depois o iFood e hoje o iFood é referência nacional.

Tom Reaoch 00:04:38  Sim, sei não. Essa é o caso que eu digo nessa semana de empreendedorismo. E Campinas também tem um foco jovem pelas universidades. Esse foco em educação, então, tem muito não menosprezar os veteranos, né? Mas o startup tende a ser alguém inovando e isso realmente é um celeiro disso.

Jarib Fogaça 00:05:03  O Você sabe que numa época da minha, da minha carreira, após auditoria externa, eu fiquei cinco anos como mentor para startups e era um grupo. Até hoje a gente se comunica em torno de 100 mentores. Uma grande parte dos mentores é de Campinas. Ou seja, reforça o que você falou. Nós temos os jovens de Campinas e temos os experientes de Campinas.

Tom Reaoch 00:05:27  É verdade. Então, nisso, já que estamos chegando ao fim do nosso tempo. Mas quem está ouvindo? Região de Campinas, Brasil e no mundo fica atento onde eles podem achar você.

Jarib Fogaça 00:05:41  Olha, pode me encontrar pelo LinkedIn, né? Ah, eu estou dentro do ambiente da ACIC e tenho bastante trânsito aqui na região. Fui até juntos junto contigo.

Jarib Fogaça 00:05:55  Fomos na do conselho da Amcham, que fez 25 anos de Campinas, que reforça a região e o ambiente atrativo que é Campinas. Estou há dez anos na ACIC, como até para os colegas que quiserem ver lá o meu LinkedIn. Eu agradeço a todos que me mandaram lá os parabéns. Dez anos é um tempo muito bacana.

Tom Reaoch 00:06:15  Sim, mas é isso que também eu levo a S. Os eventos anuais sequenciais em Campinas são excelentes pontos de networking de inicial. Um conhecido que vem permanecer em tempo dois, três, quatro, dez anos ou mais. Não é isso.

Jarib Fogaça 00:06:37  É isso mesmo. Olha, não há dúvida, esses pontos de encontro criam um ponto que eu chamo horizontal, porque você encontra colegas pares. É um encontro vertical, porque se encontra pessoas referência de setores e de áreas que podem te ajudar. Ou seja, na sua startup, ou seja, no seu negócio que já está desenvolvido.

Tom Reaoch 00:06:59  Ou dá outras ideias.

Jarib Fogaça 00:07:01  Muito, muito, muito. É um ambiente muito receptivo, viu Thomas? Acho que uma coisa alguém as pessoas tem que ir para ver.

Jarib Fogaça 00:07:10  É um ambiente muito receptivo. Não importa se o jovem está começando na sua casa.

Tom Reaoch 00:07:16  Descontraído até, né?

Jarib Fogaça 00:07:17  Sim, sim, sim. Muito agradável, Muito agradável. Um ambiente e eu não conheço o Silicon Valley, mas eu tenho certeza que aqui o ambiente é tão agradável quanto. Viu?

Tom Reaoch 00:07:29  Então tá bom então. Obrigado pelo tempo e pelos conselhos, tá? E pelo o que você faz pela região?

Jarib Fogaça 00:07:36  Eu que agradeço. Thomas Foi excelente conversar contigo hoje.

Tom Reaoch 00:07:39  E pelos nossos ouvintes. Pode achar mais sobre Jarib Fogaça e no LinkedIn. E no Associação Comercial e Industrial de Campinas.

Intro  00:08:16  Obrigado por entrar no Brasil Business Network com o Rei do Networking Tom Reaoch

Thais Toledo, CEO Acessoss Consultoria Social para Esporte.

Thais Toledo, Proprietaria e CEO da Acessoss Consultoria Social para o Esporte conversando sobre o que melhorou na formação dos jovens nos clubes de futebol no Brasil. 

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Intro 00:00:03  Pode entrar no Brasil Business Network com o Rei do Networking Tom Reaoch.

Tom Reaoch 00:00:10  BBN Brasil Business Network. O podcast de negócios conectando pessoas, culturas e mercados. Eu sou Tom Reaoch conversando no meu estúdio em Vinhedo, São Paulo, hoje, participando novamente da cidade de Campinas, conversamos com Thaís Toledo, proprietária e CEO de Acessoss Consultoria Social para o Esporte. Thaís, O que melhorou na formação dos jovens nos clubes de futebol no Brasil?

Thaís Toledo 00:00:45  Oi Tom Tudo bem. É muito bom falar contigo nos últimos anos. Na minha opinião, o futebol brasileiro, Ele deu passos largos na estrutura organizacional pela lógica de compliance e a busca por condutas mais profissionais, éticas, deixando de ser conceitos corporativos e agora passaram realmente a existir nos ambientes dos clubes também. Exemplo disso é a gestão de pessoas, processos e gestão financeira, que passaram a ter um modelo de negócio muito mais consistente e o próprio certificado de clube formador que também ajudou muito o mercado, olhar de maneira mais sistêmica para o processo de formação.

Tom Reaoch 00:01:29  Quando você fala do certificado, realmente ele tem valor.

Tom Reaoch 00:01:32  Ele tem valor internacional, não é isso?

Thaís Toledo 00:01:35  Sim, exatamente. É isso que garante, na verdade, o direito de formação. E os clubes passam a ter aí um direito econômico sobre os atletas, transferências e vendas de ativos.

Tom Reaoch 00:01:50  Porque nós temos, na realidade, jogadores no mundo inteiro do Brasil.

Thaís Toledo 00:01:56  Sim, e o Brasil é um grande exportador de De atletas de rendimento.

Tom Reaoch 00:02:04  Então ai que vem a parte de certificação. Quem está importando? Quer ter certeza que essa informação está correto?

Thaís Toledo 00:02:13  Exato. E também é no sentido tanto de formação integral, né? Isso significa que o jovem ele vai chegar mais preparado se ele for desenvolvido, né? Sobre suas todas as suas óticas dimensões do desenvolvimento, né? O que falta ainda é a lógica de a perspectiva de direitos colocar o indivíduo antes do atleta para realmente trabalhar sobre os direitos como ponto de partida, né? E acho que isso a gente tem muito ainda a galgar nessa jornada.

Tom Reaoch 00:02:46  E pra você? Na realidade, você partiu para formar quem tá formando, né? Está expandindo esse conhecimento a um nível do Brasil, não é isso?

Thaís Toledo 00:02:56  Exatamente.

Thaís Toledo 00:02:57  Aqui na séries o que a gente faz é exatamente isso, né? Trabalhar sob essa lógica de perspectiva de direitos, dando autonomia não só para o atleta, consciência sobre seus direitos, mas também sobre as pessoas que trabalham com esses jovens, né? Preparar essas pessoas para ter esse olhar sistêmico, sistêmico, esse olhar integral, para que realmente eles consigam formar o atleta com mais responsabilidade, colhendo os resultados não só esportivos, mas também humanos.

Tom Reaoch 00:03:25  Aqui eu vejo que voce continua viajando, palestrando, ensinando em vários clubes e lugares no Brasil.

Thaís Toledo 00:03:35  Exato. É uma oportunidade muito interessante que nós temos aqui, né? De. De estar participando de projetos no Brasil todo. E a gente realmente tem encontrado profissionais, clubes, organizações que realmente estão preocupadas, que estão levando a sério esse processo de formação integral e também buscando por certificações. Isso significa que o mercado realmente tem melhorado no sentido de consciência com relação a esse processo de desenvolvimento.

Tom Reaoch 00:04:07  Quando você fala mercado é multifacetado, né? Não é só os clubes, clubes, patrocinadores, investidores, pais e isso.

Thaís Toledo 00:04:17  Sim, sim, são muitos stakeholders. Eu acho que é uma ampliação de visão do mercado como um todo, é claro, né? Como, como eu disse no início, eu acho que ainda a gente tem muito a melhorar nesse sentido, mas eu não posso deixar de reconhecer que todas as partes, de algum modo, tem melhorado essa perspectiva com relação ao que a gente quer para o futuro do futebol e da sociedade, né? Porque no fundo, o que acontece no futebol é um recorte do que amplamente a gente sente na sociedade.

Tom Reaoch 00:04:46  E no Brasil, que é um país continental. Obviamente, realmente o trabalho é incansável, porque vai crescendo em todos os estados, todos os lugares.

Thaís Toledo 00:04:58  Exatamente. E esse crescimento tem se acelerado por conta da atualização de tudo, né? Das plataformas digitais e de IA e de todo esse contexto novo que tem acelerado a quantidade de informação que tem permeado nossos comportamentos e relações, né? O que acho que é o cuidado que a gente precisa ter Isso em para todos, né? Eu acho que é olhar, tentar aprofundar os tópicos que são realmente importantes no que a gente faz, para que a gente não olhe para tudo, com muito, mas fique no raso e não.

Thaís Toledo 00:05:36  Não aprofundo em não aprofundar em grandes responsabilidades.

Tom Reaoch 00:05:41  Bom pro nossos ouvintes. Thais, você não está correndo atrás. Isso aí, na realidade sempre tá correndo na frente, tá? Então, para nossos ouvintes te alcançar e te achar, qual é o melhor forma?

Thaís Toledo 00:05:56  Tanto pelo site de Acessoss www.Acessoss.com.br , dois s no final  pelas redes também arroba @acessoss.

Tom Reaoch 00:06:11  Muito bom. Então, obrigado mais uma vez pela participação e bom trabalho.

Thaís Toledo 00:06:16  Agradeço então um prazer falar contigo.

Tom Reaoch 00:06:20  Então pra vocês, o que podem achar mais sobre Thaís Toledo é no LinkedIn e no site do Acessoss.com.br.

Intro 00:07:00  Obrigado por entrar no Brasil Business Network com o Rei do Networking Tom Reaoch

Julho das Pretas, Mariana Nunes, Palestrante, Membro ForbesBLK , Campinas, Brasil

Quilombos Contemporâneos nas Periferias Brasileiras

Conversamos com a Mariana Nunes sobre a fascinante história dos quilombos e como as periferias brasileiras podem ser vistas como quilombos contemporâneos. Esses espaços são locais de resistência e reconstrução da vida comunitária, liderados por mulheres negras. Mariana Nunes nos lembrou que há comunidades quilombolas oficialmente reconhecidas no Brasil, lutando por direitos básicos. ✊🏿 #ResistênciaNegra #CulturaQuilombola


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Intro 00:00:03  Pode entrar no Brasil Business Network com o Rei do Networking, Tom Reaoch.

Tom Reaoch 00:00:10  BBN Brasil Business Network, o podcast de negócios, Conectando Pessoas, Culturas e Mercados. Eu sou Tom Reaoch conversando do meu estúdio no Brasil e hoje participando da cidade de Campinas, conversamos com a Mariana Nunes, fundadora do Movimento Rosalina, liderança feminina periférica, facilitadora de impacto social da Aliança Empreendedora e membro de ForbesBLK Black. Mariana porque o mês de julho é preto. É de luta e de celebração?

 Mariana Nunes 00:00:48  Olá Tom, tudo bem? Obrigada por esse convite, pela oportunidade de falar um pouco sobre o Julho das Pretas. Bom, julho é preto porque a gente tem uma um uma mulher preta que a gente considera que a Tereza de Benguela, né? É que foi aí em 2000. A gente comemora nela a data de Tereza de Benguela, no dia 25 de julho. E falando um pouco de Tereza, ela foi uma líder quilombola do século XVIII que assumiu o comando do Quilombo Erê, localizado no atual estado do Mato Grosso, né? E após a morte do seu companheiro que ela assumiu essa liderança, então, sob a sua liderança, o quilombo resistiu à escravidão por décadas, reunindo negros, indígenas e outros grupos marginalizados que lutavam por liberdade.

 Mariana Nunes 00:01:41  Então, Tereza, ela organizava a defesa do território, estruturava a produção, liderava o povo de forma estratégica e política. Então era uma mulher negra à frente de um povo livre, em pleno regime escravocrata.

Tom Reaoch 00:01:54  Numa época que não tinha nem como comunicar.

 Mariana Nunes 00:01:56  Não tinha nem como comunicar. E a gente já tinha uma mulher que se comunicava por por essas ações, por essa liderança, aquela que ela fingia, né, em Mato Grosso.

Tom Reaoch 00:02:09  Mas isso também é um exemplo hoje. Hoje temos todas as formas de comunicação, internet, enfim. Mas o que faz grudar são as ações pessoais. Exatamente por isso que são lembrados. Eu acho que são as coisas pessoais.

 Mariana Nunes 00:02:25  Sim.

Tom Reaoch 00:02:26  Então, agora mais um pouco mais difícil de multiplicar. Mas o raiz da paixão, vamos dizer assim, da ambição, vem da pessoa.

 Mariana Nunes 00:02:35  E da pessoa.

Tom Reaoch 00:02:36  E eu vejo isso em você que você conhece você. Já não estou falando sério. Você já teve aqui, já te entrevistei, eu assisto, vejo o que você faz aqui no Nintendo, sempre postando, sempre animado, sempre divulgando.

Tom Reaoch 00:02:51  Então, essa parte, essa parte da comunicação hoje é um pouco mais fácil. No Instagram é tudo, mas se não tem ninguém que nem você e que você não teve no passado ninguém que nem Teresa não contasse. Então, essa celebração, qual é o par de celebração? Celebrando o que vai acontecer?

 Mariana Nunes 00:03:12  Então estamos celebrando também. A gente vai ter. Eu sou fundadora do Movimento Rosalina Movimento Rosalina, falando um pouco. A gente apoia, empodera mulheres negras, periféricas da comunidade. Eu sou uma mulher preta de comunidade, né, De periferia. Então, Rosalina, a gente apoia essas mulheres. A gente tem no nosso grupo, na nossa comunidade, na Rede Rosalina, mais de 160 mulheres que a gente apoia. E no sábado, a gente, no dia 25, a gente comemora, né? Dia de Tereza e ela, que é a comemoração, fecha com julho preto e dia 26 a gente tem a celebração, que é o julho das pretas, né? A feira cultural é que a gente comemora ali ações de empreendedoras, a gente, o afro empreendedorismo.

 Mariana Nunes 00:04:02  Então a gente comemora assim mulheres que estarão com seus artesanatos da área de alimentação. Teremos oficinas também da Aliança Empreendedora, porque trabalho na Aliança Empreendedora. Também sou assessora de empreendimentos. Hoje na Aliança aonde a gente trabalha, eu especificamente estou num projeto onde a gente apoia empreendedoras de base. Então teremos oficinas, teremos o dia todo de atividade e de celebração para essas mulheres. Será na Estação Cultura, Campinas das dez às vinte e dois horas.

Tom Reaoch 00:04:34  Aqui em Campinas, só para nós ouvintes e que também o Centro Cultura está se tornando um centro de cultura da multiplicação da cultura.

 Mariana Nunes 00:04:45  Sempre foi, sempre foi. E agora a gente está com esses, com esses eventos. A gente está tentando deixar cravado, frisado que esses eventos é de extrema importância, principalmente ali acontecendo na Estação Cultura, que é o centro histórico de Campinas também.

Tom Reaoch 00:05:04  E também para nossos ouvintes, a estação também é uma estação ferroviária antiga e é um marco cultural. É um museu e.

 Mariana Nunes 00:05:14  Um museu.

Tom Reaoch 00:05:15  E o próprio cidade de Campinas está resgatando sua cultura, seu passado.


 Mariana Nunes 00:05:20  Suas origens.

Tom Reaoch 00:05:22  As origens, suas origens e com todo o movimento olhando para o futuro. Os novos investimentos do Parte Ferrovia finalmente são exemplos. Precisamos preservar a cultura do passado, mas precisamos fazer a transição de tudo isso para o futuro.

 Mariana Nunes 00:05:41  Exatamente.

Tom Reaoch 00:05:42  Eu fico muito, conta. Então, lá realmente é uma festa essa celebração.

 Mariana Nunes 00:05:46  O dia todo de celebração, dez da manhã às vinte e dois horas.

Intro 00:05:50  Agora me conta um pouco.

Tom Reaoch 00:05:51  Eu sei que sua atuação como modelo, como pessoa, para as mulheres, é viver na periferia. Eu não posso dizer que eu sei como você sabe, mas a gente imagina o os desafios que tem primeiro para se organizar. Ainda mais os desafios para uma mulher se empreender, tá? Então, uma coisa é o processo de empreender, outro é o apoio psicológico de fazer. Como é que? Como é que você lida com tudo isso?

 Mariana Nunes 00:06:27  Como que eu lido muita terapia? Agora. E eu comecei. Com Fazendo terapia.

Tom Reaoch 00:06:45  Volto a falar.

 Mariana Nunes 00:06:48  Eu comecei como terapia porque meu celular tá tocando no fundo.

 Mariana Nunes 00:06:51  Você tá ouvindo?

Tom Reaoch 00:06:52  Tá, mas a vida é essa.

 Mariana Nunes 00:06:56  Então eu comecei. Na verdade, eu comecei a cuidar da minha mente. Esse ano tá bom, mas eu não tinha, nunca tive, nunca fui uma pessoa. Nós, mulheres negras, a gente não tem nem condições de pagar um apoio psicológico dizendo aí, né? Nosso apoio psicológico é ali trabalhar, conquistar nosso apoio psicológico e a gente cuidar dos nossos filhos, manter os nossos filhos para que eles não passem fome, né? Então a gente trabalhar ali o tempo todo para que isso não aconteça. Então é pela minha luta. Graças a Deus hoje eu consegui. Consigo pagar uma psicóloga, mas assim é muito difícil pelo fato da gente não ter recurso, por exemplo, para este evento acontecer. Eu tendo condições hoje de pagar um apoio psicológico para esse evento acontecer, foi muito difícil, foi muito difícil. A gente não tem apoio de prefeitura. Este evento a gente recebeu. A gente está recebendo ali uma emenda de uma vereadora, uma emenda de uma vereadora que é preta e que, sim, apoiou esporadicamente o nosso evento.

 Mariana Nunes 00:08:11  No ano passado, ela ajudou a gente no ano passado, o ano passado o evento foi na rua, né? A primeira edição. E aí esse evento, graças a Deus, com apoio, com essa emenda dessa vereadora preta que ela falou, não eu, eu eu apoio Rosalina. Eu gosto da história do Rosalina porque a história do Rosalina é a história da minha avó materna, né? É o nome. Levo a história ali da minha avó materna, então eu apoio o Rosalina. Então eu vou ajudar vocês com uma emenda para que esse evento aconteça e para que essa celebração aconteça. Então, através dessa vereadora que teve esse olhar, esse cuidado, né? Para que esse evento com distanciem, é muito difícil você ter um apoio ali, né? Muitas vezes a gente foi ali atrás do pessoal da cultura. Ai é legal, legal, mas é ilegal, mas tá apoiando, tá ajudando a gente.

Tom Reaoch 00:09:07  E é difícil, mas não é impossível, não é? Você pega o que você acabou de falar e leva isso de volta para a Tereza, lá em Mato Grosso, que nem rua tinha.

Tom Reaoch 00:09:19  Não tinha não. Ela tem um quilombo, então tinha um mato que começou a se expor, se falar. Então, esse caminho árduo que vocês estão fazendo, mas é um caminho que precisa ser feito agora, É um caminho que precisa agregar mais pessoas como você está fazendo muitos, que é o centro. O pessoal fica na torcida, vamos dizer assim, fica na arquibancada e só quer ver o jogo. Mas hoje em dia, o engajamento, isso é em todos os aspectos. O engajamento é mais necessário, o engajamento pessoal de sair da arquibancada e entrar em campo, Sim, Então é uma oportunidade que vocês vão fazer na Estação Cultura. É pôr as pessoas no jogo.


 Mariana Nunes 00:10:06  O que nós estamos fazendo é um quilombo. O que Teresa fez na época, no século XVIII, foi um quilombo. Quilombo, só para você entender, é uma forma de organização social e territorial criada por pessoas negras e geralmente por mulheres negras. Então é o Movimento Rosalina. Essa celebração do Giro das Pretas é uma forma de uma organização quilombola, entendeu?

Tom Reaoch 00:10:30  Me ajuda a entender o quilombo.

Tom Reaoch 00:10:32  Ele é um remanescente do que era a época fazendário no Brasil.

 Mariana Nunes 00:10:37  Sim, sim. O quilombo é. Eram espaços de resistência, liberdade e reconstrução da vida em comunidade, onde negros, indígenas e outros grupos marginalizados viviam de forma coletiva, autônoma e livre da opressão dos senhores de escravos. Ou seja, nós, nós, mulheres da comunidade, Vivemos no quilombo. Nós somos mulheres quilombolas.

Tom Reaoch 00:11:03  Nós criamos a realidade brasileira. É um quilombo.

 Mariana Nunes 00:11:06  É um quilombo. As periferias do Brasil são quilombo porque as periferias, as comunidades, elas se reúnem, elas se apoiam, entendeu? E o quilombo é isso, entendeu?

Tom Reaoch 00:11:20  Eu vejo isso também em pedaços, vamos dizer assim. Eu moro atualmente no Vinhedo, então vejo também aqui. Tem o apoio de mulheres empreendedoras. É um sábado de manhã, tem uma fera junto com cada um tentando a fazer, criando e empreendendo de forma possível, fazendo comida, bolo, artesanato, enfim, mas aprendendo. Aprendendo a empreender. Sim, aprendendo a se estruturar numa vida e muitas vezes, que é que passa por muito violência emocional e físico e repressão?

 Mariana Nunes 00:11:58  E aí, o que que a gente faz com esse quilombo? A gente falar de quilombo hoje é de resistência histórica, ancestralidade, liberdade, construção coletiva.

 Mariana Nunes 00:12:08  É uma herança viva do povo negro do Brasil, né? Então, a gente, através desse quilombo, que a gente se cuida, que a gente tem afeto, que a gente tem, né, Que a gente consegue ali fazer as nossas atividades, que a gente consegue empoderar outras, né? É isso. E eu me vejo muito interessada de Benguela. Eu me vejo muito por isso que eu gosto muito. E no vídeo que eu gravei eu falei um pouco da história. E eu me vejo muito como Teresa, porque a Regina.

Tom Reaoch 00:12:41  Referindo ao post que eu vi no link, né? Sim, realmente. Obviamente meus podcast são áudio, ninguém tá vendo, mas eu posso transmitir. Não é só nos podcast que eu vejo. Você é uma pessoa desde que te conheço eminentemente, uma pessoa com um sorriso. O tamanho do Brasil, Fui sempre alegre. Não sei não. Você não demonstra a parte que deve ser toda essa experiência que você passou. Isso é importante. É isso que você transmite. Então é isso que nós estamos tentando fazer aqui e levar para frente esse trabalho seu, o seu, do grupo.

Mariana Nunes 00:13:21  Do grupo.

Tom Reaoch 00:13:21  Engajar e promover e de comunicar para outros usando formas de comunicação hoje mais moderna. Então, esse podcast não é só para o Brasil ou para o mundo. As pessoas vão ouvir. Então não é só a celebração em Campinas. Então, como Brasil é um quilombo e tem quilombos em várias partes do mundo.

 Mariana Nunes 00:13:43  Enfim, temos quilombos e ainda hoje a gente tem quilombos, viu? A gente tem quilombos. Ainda existem comunidades quilombolas no Brasil reconhecidas ali pela Constituição. Elas são formadas por descendentes desses grupos que resistem à escravidão e seguem lutando pelo direito até então, à identidade cultural, acesso à educação, saúde e política pública. Além então, desse quilombo periférico que eu falo que são as nossas comunidades, a gente tem sim. Existem ainda comunidades quilombolas no Brasil, para que fique frisado assim para as pessoas e para as pessoas saberem.

Tom Reaoch 00:14:20  Então, só voltando do nosso início, celebramos o julho das Pretas. Um mês de luta, visibilidade e reconhecimento da força das mulheres negras, latino americanas e caribenhas, além das brasileiras.

Tom Reaoch 00:14:37  E isso.

 Mariana Nunes 00:14:38  É isso.

Tom Reaoch 00:14:39  Então quero realmente dizer de novo parabéns pelo seu esforço, pela sua alegria de fazer isso. Obrigada por levar para fazer e boa sorte para todo mundo Sábado E aí nós vamos voltar a um futuro que eu quero ouvir ou a sua impressão no depois.

 Mariana Nunes 00:14:57  Vou voltar porque eu vou te.

Tom Reaoch 00:14:58  Contar o que vai acontecer depois. que gente fala muito do passado e não tenho nada contra. Mas na próxima vamos falar para que esse vento fez. E como é que vocês estão levando isso para o futuro? E ficar falando antes do próximo julho? Pode ser assim?

 Mariana Nunes 00:15:15  Podemos, podemos e vou falar. E tenho certeza que vai ser lindo e que eu vou voltar com coisas boas para você, sem dúvida.

Tom Reaoch 00:15:22  Agora, para nossos ouvintes, como é que eles podem te achar.

 Mariana Nunes 00:15:27  Legal no meu LinkedIn? Mariana Nunes No meu Instagram sou Mariana Nunes e o Instagram do Rosalina Arroba Movimento Rosalina.

Tom Reaoch 00:15:38  Então está em todos os lugares, é só procurar e só tá bom. Muito obrigado então para participação.

 Mariana Nunes 00:15:46  Obrigada a todos. Obrigada mais uma vez pela oportunidade e você é uma das pessoas que fazem parte desse crescimento, tanto da minha pessoa no pessoal como do movimento. Rosalina, muito.

Tom Reaoch 00:15:57  Obrigada! Esperamos que nós agregamos mais pessoas nisto.

 Mariana Nunes 00:16:02  Se Deus quiser, iremos agregar.

Tom Reaoch 00:16:04  Então, para nossos ouvintes, Obrigado. Como falamos, você pode achar mais sobre Mariana Nunes e Mariana. Sobrenome N. O NS vai achar ela no LinkedIn. Você vai achar também essa ou aquela aliança empreendedora Ponto org br e o Instagram dela que é a Movimento Rosalina. Tá, muito obrigado pela participação! BBM Brasil e o aparecimento do Focus My Marketing Intelligence. Especialistas em pesquisa de mercado no setor agrícola. Mais informações no site FO USM e com. Obrigada pela audiência! Até o próximo encontro aqui do BB Brasil Business Network.

Intro 00:16:53  Obrigado por entrar no Brasil Business Network com o Rei do Networking, Tom Reaoch.